e-learning

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COSTA, F., MOURA SANTOS, A., SILVA, A. & VIANA, J. (2015). Guiões para desenho de cursos mooc. In MEC. Experiências de Inovação Didática no Ensino Superior. Lisboa: MEC. 327-342.  

Desde o seu aparecimento, há cerca de uma dezena de anos, os Massive Open Online Course (MOOC) têm vindo a gerar um interesse considerável no ensino superior a nível mundial, tornando-se fundamental refletir, tanto do ponto de vista pedagógico, como do ponto de vista tecnológico e mesmo dos conteúdos abordados, sobre os procedimentos envolvidos na sua conceção e desenvolvimento. É nesse âmbito que se apresenta o
presente trabalho, parte integrante de um projeto de levantamento de boas práticas e de linhas de ação para o desenho, planeamento e produção de MOOC no contexto do ensino superior em Portugal na área de Science, Technology, Engineering, Mathematics (STEM). O principal objetivo é sistematizar princípios orientadores do desenho e da produção de MOOC, com base na reflexão e no trabalho prático que tivemos oportunidade de fazer visando a criação de modelos de guiões para este tipo de cursos, incluindo a elaboração de orientações para a produção de cada uma das suas partes constituintes.


SANTOS, Ana; COSTA, Fernando; VIANA, Joana & SILVA, Alexandre (2015). Estratégias para Desenho e Produção de Vídeos para Cursos em formato MOOC. In M.J.Gomes, A. Osório & J. Valente (Eds.), Actas da IX Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2015 Meio Século de TIC na Educação. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho. 828-840.  

Desde o seu aparecimento, em 2008, os Massive Open Online Course (MOOC), têm vindo a gerar um interesse considerável no ensino superior a nível mundial, tornando-se fundamental refletir, tanto do ponto de vista pedagógico, como do ponto de vista tecnológico e mesmo dos conteúdos abordados, sobre os procedimentos envolvidos na sua conceção e desenvolvimento. É nesse âmbito que se apresenta o presente trabalho, parte integrante de um projeto mais abrangente de levantamento de boas práticas e de linhas de ação para o desenho, planeamento e produção de MOOC no contexto do ensino superior em Portugal. Debruçamo-nos em concreto sobre o desenho de conteúdos em formato de vídeo, apresentando uma análise dos tipos de vídeo e respetivos estilos de realização, a partir duma amostra recolhida em alguns projetos internacionais mais recentes. O objetivo é sistematizar princípios orientadores e listar boas práticas de desenho e produção de vídeos para este tipo de formação online. Com base na análise, recomendam-se vídeos curtos, dinâmicos, personalizados e focados.

Um texto que resulta do financiamento dado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia -FCT ao projeto “Design de Design de vídeos para MOOC: desafios da concepção e produção de materiais de ciências básicas” (Projeto Nº 135/ID/2014) em que participámos integrando uma equipa liderada pela Ana Moura Santos, do Instituto Superior Técnico. Para além da aprendizagem que pudemos fazer ao nível da conceção e produção de vídeos para a formação a distância, respondemos também ao desafio de conceber guiões para a própria criação de cursos em formato MOOC e do qual resultou outro texto a publicar em breve pelo Ministério da Educação e Ciência.


COSTA, Fernando & FRADÃO, Sandra (2012). Desafios e competências do e-formador. In João Batista Júnior e Clara Coutinho (Orgs.). Educação online: conceitos, metodologias, ferramentas e aplicações. São Paulo: Editora CRV. 27-40.

Depois de um vasto conjunto de novos horizontes com que a Internet nos foi brindando ao longo de um pouco mais de uma década, pode dizer-se com propriedade que é hoje completamente diferente o modo como o ensino a distância se concretiza, sobretudo ao nível dos meios utilizados e dos processos de formação suportados na rede. Ensino a distância que é agora assegurado não apenas por instituições especializadas na área, como é o caso das universidades abertas, mas também por uma miríade de outras instituições e organizações de alguma maneira ligadas ao ensino ou à formação profissional e que, por razões diversas, passam a equacionar também o uso das tecnologias digitais em rede para alargarem ou estenderem a sua oferta formativa tradicional.

Do ponto de vista operacional, que é o que no âmbito deste capítulo nos interessa explorar e partilhar, isso significa, entre outras coisas, poder contar com agentes devidamente qualificados para pôr em marcha e dar substância aos propósitos de ensino e de formação, pelo menos numa perspetiva tão inovadora quanto o uso do potencial das novas tecnologias de informação e comunicação poderia fazer esperar. Agentes que sejam capazes de tirar partido dessas mesmas tecnologias e possam ir além do que tradicionalmente costuma ser feito em termos pedagógicos, tanto ao nível das estratégias de formação e ensino, como ao nível dos próprios objetivos de aprendizagem visados. De facto, mais do que uma preparação centrada na transmissão e reprodução de conhecimentos, a sociedade passou a exigir a aquisição e o desenvolvimento de competências que vão muito para além dos saberes declarativos de cada domínio profissional. Referimo-nos nomeadamente a áreas transversais que incluem competências de auto aprendizagem, competências de trabalho colaborativo e todas as que de alguma maneira contribuem para preparar indivíduos a lidar com as mudanças que os tempos atuais exigem.

É neste contexto concreto que, para organização do capítulo, elegemos abordar as questões relacionadas com os desafios e as competências dos “e-formadores”, ou seja, de todos aqueles que, iniciando ou desempenhando já uma atividade profissional na área da formação ou ensino, queiram aprofundar o seu conhecimento sobre as implicações que os novos ambientes de aprendizagem online (Costa e Peralta, 2007) acabam por colocar nos mais diferentes planos.

Texto em que se sistematizam alguns dos conceitos e práticas que tenho vindo a desenvolver nos contextos de ensino a distância online em que tenho estado envolvido, desde o Curso de Experto organizado pela Universidade de Sevilha em 1997, até ao curso de mestrado em TIC e Educação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa que tem , desde o ano de 2010/2011 a sua primeira versão completamente online e a distância, passando pela formação profissional em que participei em 2004 com o nome de Círculos de Aprendizagem e Desenvolvimento, onde estas ideias foram sistematizadas pela primeira vez.


COSTA, Fernando & PERALTA, Helena (2007). Comunidades virtuales de aprendizaje: El punto de vista de los participantesRevista Electrónica Teoría de la Educación. Educación y Cultura en la Sociedad de la Información, 8 (3). 23-59.

Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre una experiencia de enseñanza y aprendizaje, en una asignatura del curso de Master en Ciencias de la Educación (especialización en Tecnologías Educativas) organizada bajo la forma de una Comunidad Virtual de Aprendizaje. Se analiza la visión de los participantes en esa Comunidad Virtual de Aprendizaje a la luz de la teoría del currículum, enfatizando el proceso de desarrollo de los aprendizajes vividos y, en especial, los factores considerados esenciales, por los participantes, ya sea en la creación de una comunidad de aprendizaje, o en su dinámica de funcionamiento. Siendo eminentemente exploratorio, este estudio tuvo como base el responder, por parte del conjunto de alumnos que cursaban la asignatura, a un cuestionario con preguntas abiertas, un año después de haber sido concluida la formación académica. El análisis de las respuestas se realizó en dos etapas complementarias: Una, centrada en el contenido de las respuestas a cada una de las preguntas del cuestionario, teniendo como objetivo captar la percepción de los exalumnos sobre cada uno de los temas preguntados y, así, representar la estructura de relaciones resultante; la otra, de carácter transversal y holística, tomando como base el resultado de la primera, buscando caracterizar la perspectiva de los participantes encuestados sobre el modelo curricular más adecuado para el desarrollo de una comunidad de aprendizaje en su vertiente virtual, tal y como fue vivido por los participantes.

Mais do que numa lógica de e-learning no sentido que mais usualmente tem sido utilizado, este texto visa dar conta da preocupação em perceber a visão dos alunos quando a proposta é a vivência de uma comunidade de aprendizagem virtual, ou seja, a utilização das tecnologias online como infraestrutura de apoio para além das aulas presenciais convencionais. Viria a ser publicado mais tarde, num livro organizado pelo Prof. Jose Luis Illera da Universidade de Barcelona.


COSTA, Fernando & PERALTA, Helena (2001). E-learning. Formação de Formadores para a Construção de Contextos de Aprendizagem Significativa. in Albano Estrela e Júlia Ferreira. Tecnologias Em Educação. Estudos e Investigações. Lisboa: Secção Portuguesa da AFIRSE. 488-497.

O termo “e-learning” começa a entrar com insistência, nomeadamente no campo da Formação Profissional e da Educação. Torna-se por isso oportuno reflectir sobre o alcance e implicações desse conceito e sobre formas de o operacionalizar à luz das Ciências da Educação. Como contributo para esse objectivo, apresenta-se nesta comunicação o esboço de um modelo de formação de formadores em que se pretende que as dimensões didáctica e curricular, a par da dimensão tecnológica, constituam fundamento para a construção de uma aprendizagem a distância, autónoma e significativa.

Sendo um dos primeiros textos publicados em Portugal sobre e-learning, neste texto apresenta-se o esboço de um modelo de formação de formadores que tivemos oportunidade de ensaiar no âmbito do Mestrado de Tecnologias em Educação da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.

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