Século XXI

Publicações relacionadas com a reflexão sobre o Currículo para o Séc. XXI.

 

COSTA, Fernando (2011). Digital e Currículo no início do Século XXI. In P. Dias & A. Osório (Eds.). Aprendizagem (In)Formal na Web Social. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho. 119-142. 

O que implica a relação subjacente ao título do painel O Digital e o Currículo, que tivemos a honra de organizar e moderar no âmbito da VI Conferência Internacional de TIC na (Challenges 2009), isto é, a relação entre os objectivos de natureza curricular perseguidos pela Escola e o potencial que as tecnologias digitais têm para oferecer, foi a questão de fundo que tivemos oportunidade de sugerir como base da reflexão e discussão. O que significa, em particular, essa relação, numa altura em que é tão saliente a força das imagens e cada vez mais questionada a perenidade do conhecimento científico? Que mudanças do ponto de vista metodológico terão de verificar-se nos processos de ensinar e de aprender? Que competências deverão ter professores e educadores? Como poderão os recursos digitais ajudar a resolver os problemas colocados pela aprendizagem? Estas, algumas das interrogações cuja resposta poderá ajudar a fazer luz sobre a problemática mais ampla da utilização das tecnologias digitais em contexto educativo.

Texto base do trabalho de moderação do painel que fui convidado a organizar e moderar subordinado ao tema “O Digital e o Currículo” e integrado na VI Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2009, organizada pelo Centro de Competência Nónio da Universidade do Minho, Braga (Maio de 2009).

 

COSTA, Fernando (2009). Aprendizagem, Criatividade e Inovação: Factores-Chave de Mudança na Sociedade do Século XXI. In Associação Industrial Portuguesa (Ed.). Creative Learning. Innovation Marketplace. Lisboa: Associação Industrial Portuguesa. 63-71. 

As TIC permitem fazer coisas novas e melhorar significativamente os modos como se vive e se trabalha, mas também como se ensina e se aprende, criando condições favoráveis à transformação das práticas, frequentemente arcaicas, de gestão da informação e de criação de valor. Alinhados com a Estratégia de Lisboa (2000) estes propósitos constituem, naturalmente, a nível europeu, o estímulo para se atingirem as metas anunciadas de conduzir a Europa à liderança mundial na área da aprendizagem e da formação e, por seu intermédio, a maiores índices de crescimento, competitividade e bem-estar.

Este texto é a síntese que tive o privilégio de elaborar sobre as principais conclusões da conferência Creative Learning Innovation Marketplace, um evento realizado no nosso país no âmbito da dinamização do Ano Europeu da Criatividade e Inovação. A conferência partiu do pressuposto central de que a aprendizagem é um factor determinante para o desenvolvimento das pessoas e das organizações em que estão inseridas e, indirectamente, para o desenvolvimento da sociedade em geral. Teve como principal mérito o facto de permitir fazer um ponto de situação, nomeadamente, sobre os avanços da utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) para fins educativos e formativos. Ofereceu ainda uma panorâmica alargada e consubstanciada dos desafios com que as organizações terão de se confrontar para tirarem partido do potencial criativo das TIC para a aprendizagem e, consequentemente, para a criação de ambientes favoráveis à inovação, mudança e desenvolvimento.

 

COSTA, Fernando (2007). O Currículo e o Digital. Onde está o elo mais fraco? [Edição em CD-Rom]. In P. Dias, C. V. Freitas, B. Silva, A. Osório & A. Ramos (Eds.). Actas da V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2007. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho. 274-284. 

A avaliar pela grande difusão e cada vez maior apropriação social das tecnologias digitais, parece já não ser tão questionada hoje a sua exploração para fins educativos e, portanto, a sua integração nas actividades regulares que a escola proporciona. Isso, por si só, não basta, no entanto, para resolver as questões inerentes à utilização didáctica de tão poderosas ferramentas de trabalho e de aprendizagem, num contexto em regra fechado à inovação e tradicionalmente muito lento em termos de reacção às mudanças operadas na sociedade.

Pelo contrário, é grande o desafio que os professores enfrentam, nomeadamente os que já reconheceram a importância estratégica que as novas tecnologias detêm no desenvolvimento dos indivíduos e na preparação de cidadãos com sucesso, sendo urgente encontrar estratégias de desenvolvimento profissional que lhes permitam conhecer, experimentar, enquadrar e usar o computador ao serviço da aprendizagem dos seus alunos. Uma aprendizagem de qualidade, profunda e significativa, na linha, aliás, das perspectivas mais recentes sobre o que é aprender e de que o discurso oficial tem sido reflexo, pelo menos ao nível retórico.

Partindo de três histórias simples, pretende-se contribuir para a reflexão em torno das potencialidades pedagógicas das tecnologias digitais – aquilo que com elas se pode fazer diferente – e, bem assim, constituir uma achega para as necessárias mudanças ao nível da formação de professores.

Texto base à minha intervenção no painel para o qual fui  convidado sobre “O Digital e o Currículo”, no âmbito da VI Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2009, organizada pelo Centro de Competência Nónio da Universidade do Minho, Braga (Maio de 2007).

partilhar Com... Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin
Email this to someone
email