1º Encontro Rede TIC e Sociedade

Vídeo de apresentação do projeto TACCLE2, um dos projetos a que foi atribuído o Prémio Inclusão e Literacia Digital 2014 da FCT – Rede TIC e Sociedade.

Dele viria a resultar um projeto novo, desta feita alargando a elaboração de atividades com tecnologias para todos os que de alguma maneira trabalham ou estão ligados a adultos – Projeto LITERACIA DIGITAL DE ADULTOS (LIDIA), cujos resultados, provisórios, irão ser apresentados, no próximo dia 23 de setembro no 1º Encontro da Rede TIC e Sociedade.

Prémio Inclusão e Literacia Digital 2014: Apresentação de Resultados Intercalares dos Projetos Altamente Meritórios com Replicação ou Expansão
Centro de Congressos de Lisboa, 23 de Setembro, 16H30m

O 1º Encontro da Rede TIC e Sociedade realizar-se-á durante o “eShow Portugal”, evento de dois dias, 22 e 23 de setembro, no âmbito da “Portugal Internet Week’15”, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL). Aí será dada a conhecer também a Estratégia Nacional para a Inclusão e Literacia Digitais (ENILD).

E se os conceitos estiverem trocados?

Um relatório que importa ler atentamente e, sobretudo, criticamente no que se refere aos números apresentados relativamente ao acesso dos alunos a computadores nas escolas em Portugal. Como diria um amigo meu, comecemos por definir “ACESSO”…

TIC: Pais vs Professores

Portugal entre os países que mais importância dá à utilização das TIC nas escolas?

A utilização da tecnologia nas escolas pode ser importante para ajudar a melhorar o futuro profissional dos jovens? 85% dos pais portugueses acreditam que sim.

Mais dados para pensar no assunto no SAPOTEK

Guiões MOOC

GUIÕES PARA DESENHO DE CURSOS MOOC

Fernando Albuquerque Costa (Instituto de Educação, ULisboa)
Ana Moura Santos (Instituto Superior Técnico, ULisboa)
Alexandre Guedes da Silva (FCHS, Universidade Lusíada de Lisboa)
Joana Viana (Instituto de Educação, ULisboa)

Resumo: Desde o seu aparecimento, há cerca de uma dezena de anos, os Massive Open Online Course (MOOC) têm vindo a gerar um interesse considerável no ensino superior a nível mundial, tornando-se fundamental refletir, tanto do ponto de vista pedagógico, como do ponto de vista tecnológico e mesmo dos conteúdos abordados, sobre os procedimentos envolvidos na sua conceção e desenvolvimento. É nesse âmbito que se apresenta o presente trabalho, parte integrante de um projeto de levantamento de boas práticas e de linhas de ação para o desenho, planeamento e produção de MOOC no contexto do ensino superior em Portugal na área de Science, Technology, Engineering, Mathematics (STEM). O principal objetivo é sistematizar princípios orientadores do desenho e da produção de MOOC, com base na reflexão e no trabalho prático que tivemos oportunidade de fazer visando a criação de modelos de guiões para este tipo de cursos, incluindo a elaboração de orientações para a produção de cada uma das suas partes constituintes.

Palavras-chave: elearning; MOOC; conteúdos educativos digitais; desenho e produção de MOOC.

 

O caminho faz-se devagar…

O caminho faz-se devagar…
(em breve, numa revista perto de si!)

Tratando-se de um convite do Eng. Etelberto Costa, sem dúvida um dos especialistas em e-Learning mais entusiastas no nosso país, não poderia deixar de responder com o meu testemunho sobre o caminho percorrido desde que, em finais dos anos 90, mergulhámos neste mundo novo que representam as tecnologias ao serviço de fins educativos.

Dada a limitação do espaço, ficar-me-ei por relembrar alguns dos momentos mais marcantes do ponto de vista pessoal.

São eles: a escrita de um artigo já diretamente relacionado com o tema do e-learning (1999); a integração da equipa que lançou a Academia Global, um grande projeto pioneiro em Portugal, mas que viria algum tempo mais tarde a ser vítima da chamada “bolha tecnológica” (2000) ; a realização de um curso de especialização nos EUA sobre Skills for eTrainers dirigido pelo maior guru a nível mundial nessa época – Elliot Masie (2000); a visita ao MASIE Center Learning Lab, um edifício construído de raiz para se dedicar integralmente à investigação sobre e-Learning (2000); a criação de uma unidade curricular dedicada ao estudo de Estratégias de Formação Síncrona no curso de mestrado presencial recém criado na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação – Mestrado em Tecnologias em Educação (2004); a criação e orientação de vários Cursos de Verão na Universidade de Lisboa sobre a temática do e-Learning destinado a profissionais de diferentes áreas (2004-2005); a coordenação do Ensino a Distância para a Itinerância, um projeto do Ministério da Educação para filhos de trabalhadores itinerantes poderem fazer a escolaridade do 5º ao 12º anos em Portugal (2010-2013); a escrita de um capítulo de livro, desta feita apresentando e refletindo sobre a experiência enquanto e-Professor de uma unidade curricular totalmente a distância no mestrado de TIC e Educação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (2012).

Apenas alguns flashes de uma já longa caminhada, mas em que permanece a sensação de estar tudo por fazer…

Recomeçando…

Ora aí está algo interessante para ajudar a recomeçar, cortesia do Carlos Sanches, em A Rede Educa:

“Conhecer o humano não é separá-lo do universo, mas situá-lo nele. Todo conhecimento, para ser pertinente, deve contextualizar seu objeto. ‘Quem somos nós?’ é inseparável de ‘Onde estamos, de onde viemos, para onde vamos?’”
(Do livro A cabeça bem-feita, de Edgar Morin)

Ou a cortesia do Nelson Pretto, com uma sempre divertida recriação.