Um Seminário Transdisciplinar no âmbito do Doutoramento em Educação conduzido pelo José Luís Rodríguez Illera, Professor Catedrático da Universidade de Lisboa, especialista no domínio das alfabetizações digitais e com quem temos tido o prazer de colaborar desde há alguns anos.
The “Ensino a Distância para a Itinerância” (EDI, initially called “Escola Móvel”) is a distance-learning project of the Portuguese Ministry of Education and Science with the aim of ensuring schooling of students that cannot attend the regular school because the constant need of movement of their parents. It is the case of those working in the circus and fairs, but the project can also cover other specific disadvantaged situations, such as hospitalized children or teenage mothers. In the current academic year (2011/2012) 120 students are covered.
In this distance-learning project, the teaching activities are fully provided through online communication and interaction between students and teachers having as basis a set of resources developed by teachers themselves addressing subject-based and cross-curricular competencies, including interactive activities that foster autonomy and self-assessment.
The curricular activities cover all compulsory years of schooling from the 5th to the 12th grades. Although with some appropriate curricular adjustments to the specificity of the distance teaching and learning context, and the particularities inherent to the target students, the different subjects of the Portuguese national curriculum are taught online following a similar timetable organization as it is done in the brick and mortar schools.
The students have to be online according to that timetable organized by year/class, interacting synchronously with their teachers and other students through chats and forums for analysis and discussion. Learning takes place online, during synchronous classes, where students access each subject interacting with the teacher, and also in an asynchronous way when they are free to use ICT tools (e.g. YouTube, blogging, etc..) and other digital resources available.
In order to accompany the schoolwork that students are asked to perform outside of the classes, other synchronous tutoring activities are provided. Doing that, teachers are able to follow and track each student in a more close and individualized way, allowing as well a closer relationship between the school and students’ families. Each class of students has two tutors, except those of the 5th grade and of the classes of the vocational secondary education, with only one tutor. The pedagogy followed is student-centered, aiming at personalized learning based on continuous feedback.
In order to avoid isolation and promote interpersonal competencies, itinerant students are also encouraged to take their laptops to the nearest school’s resource center or library – where their families are working at that moment – and access the virtual platform from there.
Currently the project is organized through partnerships with public schools and a welfare institution and has also the support of some private institutions concerned with the social goals of the initiative (foundations, editors, etc.).
As boas ideias devem repetir-se! Aqui um pormenor de uma reunião virtual de alguns dos membros das comissões organizadora e científica. Em breve mais informação detalhada sobre o evento.
Na linha das ideias e perspetivas apresentadas na mesa redonda em que participei, no Colóquio da AFIRSE 2012, terei agora a oportunidade de partilhar as mesmas ideias sobre os desafios que as TIC trazem à escola no II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica. Este evento terá lugar no final do mês de maio em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil e a minha palestra está prevista para o dia 31.
Partindo do princípio de que só a emancipação do indivíduo é verdadeiramente libertadora, fornecendo-lhe os instrumentos para uma participação consciente e crítica na sociedade em que está inserido, e uma vez que vivemos num tempo distinto daquele em que a escola tal como a conhecemos foi criada, importa sobretudo perceber como poderemos ajudar os jovens a encontrarem o seu próprio caminho face aos desafios deste novo século…
A Leitura na Era Digital: Desafios e Oportunidades para a Escola
Fernando Albuquerque Costa
Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
Partindo da constatação de que as tecnologias de informação e comunicação têm um papel central na sociedade contemporânea, constituindo um referente cultural de grande importância para os jovens de hoje, emerge com naturalidade a questão de saber o que pode a escola fazer para lidar com os múltiplos desafios daí decorrentes.
Não apenas em termos do cumprimento da missão que lhe é atribuída de desenvolvimento dos indivíduos, de cada indivíduo, mas também em termos do seu próprio desenvolvimento enquanto organização. Dir-se-ia, aliás, que, pela sua natureza, a escola tem uma responsabilidade acrescida hoje, quando se trata de preparar os cidadãos para compreenderem e atuarem de forma consciente e crítica no mundo digital que os rodeia. Continuar a ler »
Traits, Study Perspectives and Challenges Facing the Educational Institutions
Fernando Albuquerque Costa
Abstract: This article aims to look at the concept of Virtual Learning Communities in the light of a set of theoretical references that in recent years have been mobilised for the conceptualization, organisation and development of learning communities. Although the social component is nothing new in the discussion about the function of the E-school and the educational institutions, this paper also reflects on the learning that is undertaken using virtual environments and the new challenges that the technological dimension brings to these institutions. In addition to an initial introduction that maps out and situates the problem of the learning communities, some of the most significant dimensions of the concept are then discussed, and its study over time since Vigotsky’s founding work is analysed. The text ends by focusing on some challenges that the idea of the learning community engenders for schools, namely at a time in which the digital and network technologies are pushing back the horizon of their original function: the education of the new generations.
Mais 3 alunas que frequentam a escola através do Ensino a Distância para a Itinerância concluíram as suas Provas de Aptidão Profissional (PAP) do ensino secundário. A Jéssica, a Susana e a Viviana, vêm juntar-se à Vanessa, que concluiu no ano de 2011. Embora com todas as dificuldades que resultam de se estar fisicamente longe dos professores, o sucesso desta alunas mostra que é possível obter bons resultados através da orientação que é dada a distância.
Eis um registo do momento com as 4 alunas e as professoras que este ano acompanharam o desenvolvimento das provas.
Vicência Maio (2012). Plataformas de gestão da aprendizagem e inovação educativa: Contextos e Práticas de Colaboração. Universidade de Lisboa. Doutoramento em Educação – especialidade de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Brevemente no repositório da UL
COSTA, Fernando & Fradão, Sandra (2012). Desafios e competências do e-formador. In João Batista Júnior e Clara Coutinho (Orgs.). Educação online: conceitos, metodologias, ferramentas e aplicações. São Paulo: Editora CRV. 27-40.
Depois de um vasto conjunto de novos horizontes com que a Internet nos foi brindando ao longo de um pouco mais de uma década, pode dizer-se com propriedade que é hoje completamente diferente o modo como o ensino a distância se concretiza, sobretudo ao nível dos meios utilizados e dos processos de formação suportados na rede. Ensino a distância que é agora assegurado não apenas por instituições especializadas na área, como é o caso das universidades abertas, mas também por uma miríade de outras instituições e organizações de alguma maneira ligadas ao ensino ou à formação profissional e que, por razões diversas, passam a equacionar também o uso das tecnologias digitais em rede para alargarem ou estenderem a sua oferta formativa tradicional.
Do ponto de vista operacional, que é o que no âmbito deste capítulo nos interessa explorar e partilhar, isso significa, entre outras coisas, poder contar com agentes devidamente qualificados para pôr em marcha e dar substância aos propósitos de ensino e de formação, pelo menos numa perspetiva tão inovadora quanto o uso do potencial das novas tecnologias de informação e comunicação poderia fazer esperar. Agentes que sejam capazes de tirar partido dessas mesmas tecnologias e possam ir além do que tradicionalmente costuma ser feito em termos pedagógicos, tanto ao nível das estratégias de formação e ensino, como ao nível dos próprios objetivos de aprendizagem visados. De facto, mais do que uma preparação centrada na transmissão e reprodução de conhecimentos, a sociedade passou a exigir a aquisição e o desenvolvimento de competências que vão muito para além dos saberes declarativos de cada domínio profissional. Referimo-nos nomeadamente a áreas transversais que incluem competências de autoaprendizagem, competências de trabalho colaborativo e todas as que de alguma maneira contribuem para preparar indivíduos a lidar com as mudanças que os tempos atuais exigem.
É neste contexto concreto que, para organização do capítulo, elegemos abordar as questões relacionadas com os desafios e as competências dos “e-formadores”, ou seja, de todos aqueles que, iniciando ou desempenhando já uma atividade profissional na área da formação ou ensino, queiram aprofundar o seu conhecimento sobre as implicações que os novos ambientes de aprendizagem online (Costa e Peralta, 2007) acabam por colocar nos mais diferentes planos.
CAP I. Investigar on-line: desafios e oportunidades
CAP II. Desafios e Competências do E-formador
CAP III. O Processo da Comunicação na Sociedade da Informação: em Busca de um Referencial Teórico
CAP IV. Metodologia WebQuest: uma estratégia para integrar os recursos da web em contexto educativo
CAP V. Estratégias didáticas na educação on-line: contribuições para a formação de professores
CAP VI. Práticas de avaliação formativa por pares em contextos de bLearning e de colaboração: perceções de alunos de um programa doutoral
CAP VII. Gestão Política e Estratégica do E-learning
CAP VIII. Educação on-line: análise e estratégia para criação de um protótipo
CAP IX. Avaliação na Educação a Distância (EAD): o uso do ambiente virtual de aprendizagem (AVA)
CAP X. Uso do Podcast no ensino-aprendizagem: estudo de caso
CAP XI. Jogos Eletrônicos e Ensino On-line: aprendizagem mediada por novas narrativas
CAP XII. A Formação on-line no Projeto UCA em Minas Gerais: contextualização, para além do ambiente virtual
CAP XIII. McEaD: educação & fast-food
CAP XIV Métodos e técnicas de usabilidade para ferramentas educacionais on-line
Aí está o resumo da comunicação apresentada na AFIRSE 2012 e elaborada com base na dissertação de mestrado do António Campos sobre a problemática da Integração das TIC na disciplina de Educação Tecnológica.
Resumo:
Devido à sua cada vez maior generalização, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são hoje uma ferramenta incontornável da sociedade, implicando ajustamentos que nos levam a interrogar como e até onde o seu potencial pedagógico é susceptível de ser aproveitado pela escola.
Que implicações terão no trabalho dos professores e no trabalho dos alunos e que mudanças desencadearão na escola, incluindo ao nível das suas estruturas e modos de funcionamento, são algumas das questões que faz sentido colocar e ao serviço das quais se enquadra o trabalho de reflexão que iniciámos recentemente, no âmbito da dissertação de mestrado em Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, na especialização de Tecnologias Educativas. Sendo hoje uma dimensão de crucial importância para se poder equacionar a mudança dos próprios processos de ensino e de aprendizagem, e não sendo nova a preocupação relacionada com a integração das TIC no currículo formal, centrámos o nosso estudo no caso concreto da disciplina de Educação Tecnológica. Não apenas por ser a disciplina que lecionamos, mas sobretudo porque, dadas as suas óbvias especificidades em termos curriculares, nos interessava perceber como é que o potencial emergente das TIC é susceptível de ser aproveitado nesse contexto.
Tendo como objetivo definir o trabalho empírico, estruturámos a reflexão em torno de três eixos complementares: 1) O que é, do ponto de vista curricular, a disciplina de Educação Tecnológica; 2) O que pensam os professores de Educação Tecnológica sobre as áreas específicas do currículo em que as TIC podem ser usadas nomeadamente para acrescentar valor e modificar ou transformar o modo como habitualmente aí se trabalha; 3) Que potencial pedagógico oferecem efetivamente as TIC para a concretização dos objectivos da disciplina.
O estudo foi realizado com base na análise documental dos normativos curriculares da disciplina, na auscultação de professores através de entrevistas semi-diretivas, e na análise estruturada do potencial de algumas ferramentas selecionadas. Os resultados sugerem o importante papel das TIC como instrumento fundamental na vertente de comunicação, permitindo o reforço da autonomia do aluno e a modificação do papel atribuído ao professor.
Social Learning Environments. A powerful idea for implementing personal learning
Though being in an exploratory phase of using social learning environments in our courses at the university context, we believe that this pedagogical strategy could become an interesting way to promote reflection and argumentative competences among students. Combining the technological affordances of the so-called social technologies with the power of more engaged and creative pedagogy, the social learning environments have also a great potentiality in terms of curricular innovation at the university level. Indeed, they could be a very adequate way to essay, analyse and conclude about changes at the higher education pedagogy. Combining with the idea of individual portfolio (or personal learning environment), this kind of strategy will allow a much more engaged and participative student, as well as it favours the awareness of each one on what he or she is learning and how he or she is learning. On the other side, the process of effective support to the individual participation and learning, the teacher performs a role of vital importance, not only on what it implies on the mastering of the social tools, but mainly on how to stimulate reflection, critical thinking, creativity and other crucial competences needed at tertiary education. Keeping this in mind in this work we will share the assumptions and some practices that we have been implemented in our classes. We hope that those practices will allow better understand the teaching and learning process that happens when we have a social learning environment as a online shell that extends and complements the traditional face to face activities.
Depois de 9 anos do aprendercom.net, em que valorizei a seleção e difusão criteriosa de conhecimento na área da utilização das TIC em Educação, é chegado o momento de dar a conhecer, de forma organizada, o trabalho de produção escrita desde que, em 1996, fui envolvido no desafio que constitui o ensinar e aprender com tecnologias. Aqui está, pois, a nova cara e a nova missão do aprendercom.net. Para quem quiser acompanhar, de forma estruturada, o que vou publicando eu próprio, as pessoas que trabalham comigo, ou as pessoas que vou orientando nos mestrados e doutoramentos.
Com algumas alterações relativamente à primeira reunião do projeto, eis uma recordação dos representantes dos diferentes parceiros envolvidos. Desta feita o foco era na elaboração do livro para o primário, pelo que foram essas as pessoas que desta vez participaram na reunião.
Um pequeno artigo sobre as metas de aprendizagem na área das TIC numa revista europeia para professores. A revista, propriedade da The Learning Teacher Network, pode ser descarregada diretamente a partir do site onde se encontram os diferentes números já publicados.
A segunda reunião do projeto Taccle2 realizou-se em Lisboa, no Instituto de Educação, onde tivemos oportunidade de discutir profundamente sobre o tipo de estrutura e conteúdo a incluir no primeiro dos livros a elaborar com sugestões sobre como usar as TIC no primário.
Uma oportunidade para conviver e vivenciar um pouco dos tempos de outrora, lá para as bandas de Alcantâra. Uma iniciativa do grupo de professores do Ensino a Distância para a Itinerância, na escola de Fonseca de Benevides!
COSTA, Fernando; CRUZ, Elisabete & FRADÃO, Sandra (2012). ICT curriculum integration in the context of the learning outcomes project in Portugal [Edição em CD-Rom]. In IATED (ed.). Proceedings of INTED2012 Conference. 5th-7th March 2012, Valencia, Spain. 6150-6159.
The purpose of this paper is to discuss tangible and effective ways to integrate Information and Communication Technologies (ICT) into school curricula. In order to do so, we make use of several years of thoughtful consideration about this issue and, more specifically, of the work that we have recently developed in the context of the “Learning Outcomes” project hosted by the Portuguese Ministry of Education in 2010.
Hoje tive a oportunidade de assistir, pela primeira vez, a aulas de futuros professores de informática, na minha qualidade de orientador e supervisor da prática pedagógica do Mestrado em Ensino da Universidade de Lisboa.
Experiência altamente relevante para mim, não apenas pela vivência da situação de aula propriamente dita, mas sobretudo por poder observar diretamente o modo como a aprendizagem de conceitos e ferramentas informáticas foi estruturado.
Desafios didáticos numa área em que ainda não existe grande informação, pelo menos na nossas língua e para a nossa realidade.
Aqui fica um instantâneo do trabalho de planificação realizado no papel, antes dos grupos passarem à sua concretização no software que permitirá a criação da base de dados projetada.
COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: TRAÇOS, PERSPECTIVAS DE ESTUDO E DESAFIOS ÀS INSTITUIÇÕES EDUCATIVAS
Fernando Albuquerque Costa
Resumo
Este artigo visa perspectivar o conceito de Comunidade Virtual de Aprendizagem à luz do conjunto de referências teóricas que nos últimos anos foram sendo mobilizadas para conceptualização, organização e desenvolvimento de comunidades de aprendizagem. Apesar da componente social não ser coisa nova na discussão sobre a função da escola e das instituições educativas, reflete-se também sobre a aprendizagem que é realizada com o recurso a ambientes virtuais e os novos desafios que a dimensão tecnológica vem colocar a essas instituições. Para além de uma introdução inicial em que se apresenta e se situa a problemática das comunidades de aprendizagem, são depois abordadas algumas das mais significativas dimensões do conceito e perspectivado o seu estudo ao longo do tempo desde os trabalhos fundadores de Vygotsky. O texto termina com alguns desafios que a ideia de comunidade de aprendizagem coloca à escola, nomeadamente em um tempo em que as tecnologias digitais e em rede vieram trazer novos horizontes à sua função primeira: a da educação das novas gerações.
Palavras-chave: Comunidades Virtuais de Aprendizagem. Aprendizagem. Ambiente Virtual.
COSTA, Fernando (no prelo). Comunidades Virtuais de Aprendizagem.Traços, perspectivas de estudo e desafios às instituições educativas. Revista Perspectiva. Nº1, 2012 (CED/UFSC). pp. .
Ainda que recentemente se tenha tornado um tema incontornável, nomeadamente pelas anunciadas potencialidades ao nível da educação e da formação, o conceito de e-Learning continua a ser utilizado para designar realidades muito diversas, que vão desde a transposição linear, para a Web, de sistemas de formação convencionais, até ao desenvolvimento de propostas inovadoras e mais interessantes como seja, por exemplo, o caso da criação de comunidades virtuais de aprendizagem.
Por outro lado e ao contrário do que se passa em países mais desenvolvidos, ainda não está generalizado o uso das tecnologias para ensinar e aprender nas Universidades portuguesas, apesar de aí se situar a multiplicidade de saberes e competências que em minha opinião são necessários ao desenvolvimento de projetos inovadores e indutores de mudança das próprias instituições.
Contribuir para a clarificação de conceitos, equacionar do ponto de vista pedagógico as implicações das diferentes alternativas e refletir sobre as experiências concretas de ensino e aprendizagem com tecnologias, têm sido os eixos estruturantes do trabalho que tenho desenvolvido, desde há alguns anos, na Universidade de Lisboa, no âmbito das disciplinas da área das Tecnologias Educativas, quer ao nível de Licenciatura, quer ao nível de Mestrado em Ciências da Educação.
Apesar de se poder pensar que são realidades muito diferentes, é desse trabalho e dessas reflexões que gostaria de vos dar conta, como contributo para a discussão sobre o uso das tecnologias no Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda num futuro próximo.
Ao quinto dia aconteceu o que Seymour Papert sempre defendeu: aprender mesmo implica ultrapassar obstáculos, pensar sobre eles, procurar respostas. Aprender é pensar sobre o que estamos a aprender, sobre como estamos a aprender, sobre como se aprende. Aprender mesmo é muito mais do que procurar no outro a resposta. Pedir a resposta, para além de ser fácil, é rejeitar o prazer de ultrapassar os obstáculos, o prazer de aprender. Que melhor do que aprender a trabalhar com tecnologias para suscitar esse insubstituível prazer?
As questões da aprendizagem com tecnologias são as mesmas qualquer que seja a realidade. Não vejo diferenças, se o propósito for o desenvolvimento integral dos cidadãos…
The management of a PLE from the Perspective of Higher Education Students
Fernando Albuquerque Costa, Joana Viana, Elisabete Cruz
University of Lisbon, Institute of Education (Portugal)
This paper presents the compared results of an exploratory study of a descriptive and interpretive nature. The goal is to understand the nature of the difficulties faced by higher education students when are encouraged to use methodologies based on the use of online personal learning environments (PLE).
Participação na mesa redonda no âmbito das atividades do XIX Colóquio da AFIRSE 2012 sobre Currículo, desenvolvimento curricular e TIC Paulo Dias (Universidade Aberta), Linda Castañeda (Universidad de Murcia), Ivone Gaspar (Universidade Aberta), Fernando Albuquerque Costa (Universidade de Lisboa); Coordenação: Luís Tinoca (Universidade de Lisboa)
Desafios particularmente relevantes
para o ensino e a aprendizagem com TIC
Fernando Albuquerque Costa
Universidade de Lisboa | Instituto de Educação
Debater as questões da integração das TIC no processo de tomada de decisão curricular, seja na definição do que ensinar, seja na identificação das formas mais adequadas de o fazer, é hoje um imperativo para todos os que de uma forma ou de outra estão ligados à educação dos cidadãos. Velhas questões para uma realidade nova, que nem sempre os responsáveis têm sabido equacionar convenientemente, persistindo alguma confusão e mal entendidos que pouco contribuem para uma ação esclarecida e eficaz com os novos recursos disponíveis.
Identificar desafios particularmente relevantes para o ensino e a aprendizagem com TIC pode ser uma estratégia a seguir, nomeadamente por aqueles aqueles que têm em suas mãos a decisão última sobre o que fazer, e como, com as TIC.
É o que se propõe como contributo para a discussão nesta mesa redonda, tomando como referência as duas recentes medidas de política educativa na área das TIC que em Portugal ajudámos a desenvolver, uma sobre as competências dos professores (Competências TIC. Estudo de Implementação, 2008), a outra sobre as aprendizagens dos alunos (Metas de Aprendizagem na área das TIC, 2010).
O trabalho aqui apresentado resulta da reflexão que temos vindo a fazer ao longo dos últimos anos em torno das práticas de utilização curricular das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) por professores e educadores nos diferentes níveis de ensino e da reflexão sobre as estratégias mais adequadas para o desenvolvimento da sua formação profissional em particular nesse domínio.
Tomando como referência a diversidade de áreas curriculares em que as tecnologias são utilizadas, as fases e etapas da carreira em que, num determinado momento, os professores se encontram, mas também a diversidade de perspectivas que podem assumir-se sobre o que significa ensinar e aprender, sempre nos pareceu estranho que essas múltiplas diversidades não fossem explicitamente contempladas na hora de conceber a formação. Continuar a ler »
ICT CURRICULUM INTEGRATION IN THE CONTEXT OF
THE LEARNING OUTCOMES PROJECT IN PORTUGAL
F. Costa, E. Cruz, S. Fradão
University of Lisbon (PORTUGAL)
fc@ie.ul.pt, ecruz@ie.ul.pt, sfradao@netcabo.pt
Comunicação a apresentar na Annual Edition of INTED2012 (6th International Technology, Education and Development Conference), que terá lugar em Valência (Espanha) nos dias 5,6 e 7 de março, 2012.
Resumo
The purpose of this paper is to discuss tangible and effective ways to integrate Information and Communication Technologies (ICT) in school curricula. In order to do so, we make use of several years of thoughtful consideration about this issue and, more specifically, of the work that we have recently developed in the context of the project “Learning Outcomes” hosted by the Portuguese Ministry of Education in 2010.
Aqui fica uma classificação possível das aprendizagens, do presencial ao virtual, passando pela formação a distância convencional. Proposta em 2001, mas continuando a ter utilidade, nomeadamente em termos de “arrumação” das tecnologias e sua evolução ao longo dos três períodos subjacentes.
O “Ensino a Distância para a Itinerância” é um projecto do Ministério da Educação com o objectivo de garantir a escolaridade aos alunos que, por necessidade de deslocação dos seus pais e encarregados de educação, não podem frequentar a sua escola com a regularidade desejável.
Assegurando e dando continuidade ao trabalho anteriormente desenvolvido pela “Escola Móvel”, este projeto visa proporcionar condições para a aprendizagem de alunos filhos de profissionais itinerantes, abrangendo também alunos hospitalizados ou outras situações com as quais estabelece parceria, como é o caso das alunas da “Ajuda de Mãe”.
As atividades lectivas abrangem todos os anos de escolaridade do 2.º ao 3.º ciclos do ensino básico e os três anos do ensino secundário com um Curso Profissional, e são asseguradas através da comunicação e interação online entre alunos e professores com base em recursos desenvolvidos pelos próprios professores.
Coordenação: Fernando Albuquerque Costa, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, ao abrigo de acordo protocolado com o Ministério da Educação desde Setembro de 2010.
Aqui fica um Quadro síntese das Metas TIC que poderá ser muito útil para observação do conjunto das metas desenvolvidas na área das TIC. Inclui apenas as metas finais por cada ciclo, não dispensando, portanto, a consulta das metas no site da DGIDC-MEC.
As ideias aqui apresentadas resultam do aprofundamento e extensão do texto de suporte à participação no I Encontro Luso-Brasileiro, que teve lugar em Junho de 2010 em São Paulo, no âmbito das atividades do Seminário Web Currículo, promovido pelo Curso de Pós-graduação da PUC-SP e no qual tive o privilégio de participar. Esse texto teve na altura, e tem agora, como principal propósito, o de contribuir para a discussão e o debate em torno das realidades do Brasil e de Portugal na área da utilização pedagógica das tecnologias digitais em rede hoje disponíveis e vulgarmente designadas de tecnologias de informação e comunicação (TIC). Uma vez que a integração e o uso consistente e regular dessas tecnologias nas atividades curriculares de professores e alunos continua a ser uma miragem, mesmo em países com mais recursos e mais desenvolvidos tecnologicamente, a estrutura proposta para este texto é a de partir da identificação dos obstáculos que estarão na origem do problema, para depois, com base neles, podermos propor abordagens que permitam avanços significativos em direcção a uma efectiva utilização do potencial das TIC como estratégia de aprendizagem e de desenvolvimento global de cada aluno, de cada indivíduo. Continuar a ler »
COSTA, Fernando & Fradão, Sandra (No prelo). Desafios e competências do e-formador. In João Batista Júnior e Clara Coutinho (Orgs.). Educação online: conceitos, metodologias, ferramentas e aplicações. São Paulo: Editora CRV.
Resumo
Depois de um vasto conjunto de novos horizontes com que a Internet nos foi brindando ao longo de um pouco mais de uma década, pode dizer-se com propriedade que é hoje completamente diferente o modo como o ensino a distância se concretiza, sobretudo ao nível dos meios utilizados e dos processos de formação suportados na rede.
Ensino a distância que é agora assegurado não apenas por instituições especializadas na área, como é o caso das universidades abertas, mas também por uma miríade de outras instituições e organizações de alguma maneira ligadas ao ensino ou à formação profissional e que, por razões diversas, passam a equacionar também o uso das tecnologias digitais em rede para alargarem ou estenderem a sua oferta formativa tradicional. Continuar a ler »
Apresentação de base à minha participação na mesa redonda sobre políticas públicas na área das TIC em Portugal e no Brasil. ICEM-SIIE 2011. Aveiro, Portugal. Em inglês, dada a audiência…
Public policies about Training and Digital Technologies in the schools from Brasil and Portugal. Moderation: Paulo Dias – University of Minho, Portugal.
Um dos tópicos que abordarei na minha intervenção tem como referência alguns dos momentos mais significativos do caminho desbravado desde o projeto MINERVA (1985-1994):
Decorrerá entre os dias 28 e 30 de Setembro de 2011, na Universidade de Aveiro, a Conferência ICEM&SIIE’2011, organizada pelo Internationall Council for Educational Media (ICEM) e o International Symposium on Computers in Education (SIIE). Na tarde do último dia, 30 de Setembro, terei oportunidade de participar numa mesa redonda sobre políticas públicas na área das tecnologias digitais em Portugal e no Brasil.
Com a crescente oferta de oportunidades de ensino e aprendizagem formais através da Internet, passa a ser crítico o desenvolvimento de materiais de suporte a uma aprendizagem mais flexível e autónoma por parte de quem aprende. O desenvolvimento desse tipo de materiais, não deixando de constituir uma novidade para a maior parte dos agentes educativos, veio introduzir novos desafios em termos de concepção e realização de recursos de apoio à aprendizagem, embora se possa capitalizar muito do conhecimento metodológico sobre o ensino e a aprendizagem que ocorre em contextos de educação e formação presenciais. A concepção de materiais e recursos educativos que cumpram a função de ajudar uma aprendizagem autónoma e significativa é pois uma questão de grande actualidade e pertinência nos dias de hoje, justificando-se, por isso, a breve reflexão aqui apresentada. Dito de outra maneira e uma vez que a aprendizagem é, em última análise, uma construção individual, parece-nos fazer sentido questionar dois aspectos essenciais quando se trata de conceber materiais de apoio: o que significa aprender de forma autónoma e quais os elementos nucleares a ter em conta na estruturação e organização de recursos e materiais de suporte a uma aprendizagem aberta, independente e flexível.
Costa, Viana & Cruz no XI Congreso Galego-Português de Pxicopedagogia. Corunha, setembro 2011
Mais uma oportunidade para ajudar a construir o caminho, no 3º Encontro anual de professores inovadores promovido pela Microsoft no Funchal. Metas de Aprendizagem nas TIC: Porquê e para quê? é o título da conferência que terei oportunidade de proferir no próximo dia 16 de Setembro de 2011 para professores que leccionam na região autónoma da Madeira.
Primeiros mestres em Ensino da Informática no nosso país! Hoje, dia 25 de Julho de 2011, concluíram, na Universidade de Lisboa, as provas de defesa do relatório de prática supervisionada, as 3 primeiras futuras professoras profissionalizadas do grupo 550. Parabéns à Andrea Graça, à Ana Margarette e à Ana Lúcia.
No final de um ano de grande labuta, com realizações várias, todas elas muito exigentes, mas também entusiasmantes, uma boa notícia antes de ir para férias. E como é bom receber mensagens como esta: “With great pleasure I can inform you that our TACCLE2 application has been approved. This afternoon the list with accepted projects has been published on the website of EACEA. Our project is ranked 5th of only 34 Comenius projects selected in the whole of Europe out of several hundred applications. The full grant of 300 000 Euro has been awarded.”.
Teachers’ Aids on Creating Content for Learning Environments
517726-LLP-1-2011-1-BE-COMENIUS-CMP
Mais notícias sobre o projecto em breve!
Hoje foi o dia das provas de mestrado da Isabel Ramos. Com o título “Construção e interpretação de gráficos de cinemática com o software Modellus: Um estudo de caso com alunos do 11º ano de escolaridade“. Uma Dissertação de Mestrado em Educação, na Especialidade em Tecnologias de Informação e Comunicação e Educação, do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Um exemplo do que um profissional professor pode fazer, quer do ponto de vista académico, quer do ponto de vista de reflexão sobre sobre a sua própria prática. Neste caso, na área da Física. Parabéns Isabel!
Mais do que contarmos uma história, com um PLE construímos a história, construímos a aprendizagem: por onde andamos, como lá chegamos, o que aí fazemos, o que fica para contar, a quem contamos, como contamos, onde guardamos, quando voltamos, porque voltamos, por onde andamos…
A segunda conferência a que assisti sobre Personal Learning Environments. Desta feita em Southampton, UK, mas o mesmo sabor a informalidade que já havia experimentado em Barcelona, no ano passado.
Desta vez tivemos a oportunidade de dinamizar uma workshop sobre a temática. A ideia era desenhar um estudo de raíz, com a participação de todos, que pudesse dar-nos uma ideia mais precisa do que pensam os estudantes da estratégia de ensino e aprendizagem conhecida por Ambientes de Aprendizagem Personalizados. Ver o rationale proposto.
Eis uma fotografia dos participantes na referida Workshop.
A Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) promoveu, no dia 28 de Junho de 2011, no auditório da Escola Secundária de Camões, Lisboa, um seminário intitulado “Recursos educativos digitais: que futuro?”.
Uma oportunidade para ouvir experiências diversificadas e trocar ideias sobre aquilo que um colega um dia designou de “ingrediente vital” sem o qual a educação na era digital não tem sentido. Podemos, aliás, ouvi-lo na parte da manhã! Ver o programa detalhado e a sessão de encerramento em que participei.
Pela primeira vez no nosso país, uma das conferências mundiais de maior importância na área das tecnologias em educação. ED-MEDIA, entre 28 de Junho e 1 de Julho na Universidade de Lisboa (Reitoria e Faculdade de Letras).
Decorreu no dia 22 de Junho de 2011 o 2º Fórum de Jovens investigadores, uma iniciativa do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. A mim coube-me a moderação de uma sessão com 4 interessantes projectos de doutoramento de outras tantas áreas de investigação (Didácticas das Ciências e da Matemática, História e Avaliação em Educação).
Dia importante para a Vanessa, pois apresentou e defendeu, com muito sucesso, a sua PAP (Prova de Aptidão Profissional). A primeira aluna da escola móvel, actualmente ensino a distância para a Itinerância, a concluir o seu curso profissional (12º ano).
Uma cerimónia de entrega de prémios muito bonita, no Pavilhão do Conhecimento.
Foram premiados vários trabalhos realizados por alunos que frequentam o ensino a distância para a itinerância, ainda que esses trabalhos tivessem sido desenvolvidos em contexto da anterior Escola Móvel.
Ensinar e Aprender com TIC no Ensino Superior: Desafios de ontem, é o título que propus para a minha participação na 2ª b-conferência organizada pela Universidade de Lisboa.
A b-conferência terá o seu início no dia 31 de Maio, terça-feira, pelas 15:00 horas. A vertente presencial decorrerá no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa e a vertente online através da plaforma Colibri (ver mais sobre o ciclo de b-conferências). Consagrada ao tema “Tecnologias e ensino superior: novos desafios para o desenvolvimento profissional docente”.
Para que conste, por ser um trabalho pioneiro no nosso país, e porque tive o privilégio de o testemunhar ativamente, aqui fica a menção à Tese de Doutoramento: Apropriação do Telemóvel como Ferramenta de Mediação em Mobile Learning: Estudos de Caso em Contexto Educativo.
Apresentada por Adelina Moura, na Universidade do Minho
Resumo: Os dispositivos móveis – Telemóvel, PDA, Pocket PC, Tablet PC – têm vindo a ser usados como ferramentas de aprendizagem em mobile learning. A emergência de novos cenários educativos levou-nos a tentar compreender os desafios e oportunidades da integração de dispositivos móveis, como o telemóvel, no processo de ensino e aprendizagem. Propõe-se um referencial teórico com base nas abordagens Construtivistas, na Teoria da Actividade e no Modelo ARCS, que esteve subjacente ao estudo desenvolvido.
COSTA, Fernando (2011). Digital e Currículo no início do Século XXI. In P. Dias & A. Osório (Eds.). Aprendizagem (In)Formal na Web Social. Centro de Competência, Universidade do Minho. pp. 119-142.
COSTA, Fernando; CRUZ, Elisabete & VIANA, Joana (2011). A gestão de um PLE na perspectiva de estudantes do ensino superior [Edição em CD-Rom] . In P. Dias & A. Osório (Eds.), Actas da VII Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2011. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho. pp. 323-333.
O propósito deste estudo exploratório é o de compreender a natureza das dificuldades com que se deparam os estudantes do ensino superior quando encorajados a utilizar metodologias baseadas na utilização de ambientes pessoais de aprendizagem online.
Inquirido um grupo de estudantes de 2.º ano de Licenciatura através de questionário, a análise dos resultados permite concluir que os estudantes reconhecem, em geral, que o desenvolvimento dos espaços individuais depende das estratégias de organização e gestão que mobilizam, mas admitem que não se sentem preparados para tal.
Para além de privilegiarem a interpelação direta aos professores, em detrimento da interação com os colegas que a Internet, e as funcionalidades da plataforma utilizada, permitiriam estabelecer, os estudantes enfatizam a dificuldade decorrente da autodisciplina necessária para poderem participar, com regularidade, nas atividades propostas.
Uma obra lançada nos Challenges 2011, editada por Paulo Dias e António Osório, com base em textos seleccionados da VI Edição desta Conferência Internacional.
Parece que a ideia de dinamizar uma workshop com o objectivo de desenhar um estudo sobre PLE em diversos países europeus foi apreciada e será uma realidade nos próximos dias 12 e 13 de Julho pf, na PLE CONFERENCE 2011, em Southampton (UK).
O mote é “How university students perceive the PLE concept?” e esperamos (a Cristina, o José e eu) que a ideia seja sugestiva! Em breve daremos aqui mais pormenores.
Embora a educação para a segurança seja tarefa de todos, a utilização da Internet veio trazer novos desafios, pelo que faz sentido que na definição das Metas de Aprendizagem na área das TIC lhe tenhamos dedicado especial atenção. Daí a sua apresentação autónoma no site do SeguraNet e em outros suportes de divulgação que em breve serão distribuídos.
A avaliar pela cada vez maior apropriação social das novas tecnologias, já não é tão questionada hoje a sua integração na escola nem a sua exploração para fins educativos. Isso não basta, no entanto, para resolver as questões inerentes à introdução de novas e poderosas ferramentas de aprendizagem, num contexto em regra fechado à inovação e tradicionalmente muito lento em termos de reacção às mudanças operadas na sociedade.
Pelo contrário, é grande o desafio com que os professores se debatem, nomeadamente os que já reconheceram a importância estratégica que as novas tecnologias detêm na preparação de cidadãos com sucesso, sendo urgente encontrar estratégias que lhes permitam conhecer, experimentar, usar e enquadrar o computador ao serviço de uma aprendizagem com qualidade.
Nesta linha, a presente conferência visa dar um contributo para a identificação das potencialidades pedagógicas das TIC e, bem assim, constituir uma achega para a reflexão sobre o papel que as Bibliotecas Escolares, enquanto espaços não formais de aprendizagem, podem vir a desempenhar nesse processo.
Chegou, finalmente, o tempo de apresentação de alguns exemplos de estratégias de ensino e aprendizagem adequadas à concretização das metas de aprendizagem.
Graças ao convite que me foi dirigido pelos colegas da FCT-UNL, João Correia de Freitas e Vítor Teodoro, tive a oportunidade de participar num painel com outros ilustres especialistas nestas áreas, entre eles Terry Anderson, da Universidade de Atabasca, Canadá, e José Luís Ramos da Universidade de Évora. Penas que não tivessem podido estar o António e o Paulo, nem mesmo online.
Aproveitando a presença do Terry, pareceu-me uma boa oportunidade para formular algumas questões cruciais sobre um projecto que estou a coordenar desde Setembro do ano passado e do qual ainda não tinha aqui dado notícia. Por razões óbvias, como imaginam, pois os projectos não acontecem porque falamos deles, mas porque nos envolvemos neles.
E porque nem tudo são flores, mesmo quando estamos bem intencionados e valorizamos muito o trabalho que é desenvolvido em prol dos outros (ser professor é isso mesmo!), eis algumas questões mais pragmáticas do que as que são habitualmente mobilizadas quando se trata da apresentação pública de projectos de intervenção.
Encontro(s) – Biblioteca: desafios na sociedade actual
Com o intuito de oferecer aos professores bibliotecários formação em contexto terá início no dia 17 de Março, sob a forma de ciclo de conferências e “workshops”, o Encontro(s) – Bibliotecas: desafios na sociedade actual.
Este projecto envolve as câmaras municipais de Coimbra, Arganil, Soure, Pombal, Miranda do Corvo, Condeixa, Penela, Mealhada, Carregal do Sal, Tondela e Tábua e respectivos centros de formação, em articulação com a coordenação interconcelhia da Rede Bibliotecas Escolares.
Lá estaremos também, no dia 12 de Abril, em Pombal, a convite dos organizadores, para conversar com os professores bibliotecários sobre uma ideia que me parece fazer cada vez mais sentido: a Biblioteca escolar enquanto espaço nevrálgico de aprendizagem na escola do futuro.
Estivemos online, em directo, numa das Webconferences organizadas no âmbito da Conferência Online de Informática Educacional, a quem agradecemos o convite e saudamos a iniciativa. À Celina, Liliana, João e Paulo, muitos parabéns pelo sucesso do evento!
Ver a gravação dos 4 P’s das Metas de Aprendizagem na área das TIC
Dia 12 de Janeiro de 2011, tem início mais uma iniciativa da equipa ERTE da DGIDC: a realização de conferências virtuais às quartas-feiras, pelas 16:00 Horas. O primeiro webinar será sobre as Metas de Aprendizagem na área das TIC. Aqui fica a ligação para poder assistir online. Apareça!
Para quem não esteve no ticEDUCA2010, aqui fica o texto em que se apresenta e fundamenta o processo de desenvolvimento das Metas de Aprendizagem na área das TIC:
Costa, Fernando (2010). Metas de Aprendizagem na área das TIC: Aprender Com Tecnologias. in Fernando Costa et al (2010). I Encontro Internacional TIC e Educação. Inovação Curricular com TIC. Lisboa. Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. (931-936).
2º Congresso Internacional de Avaliação em Educação
Universidade do Minho, 4,5e6 Novembro
Eu, a Maria João e o Paulo Dias numa mesa redonda sobre A avaliação das Aprendizagens em ambientes formais, “virtuais” e a distância. A convite da organização, uma excelente oportunidade para fazer o ponto de situação sobre as questões da avaliação nos diferentes tipos de contextos em que hoje se aprende.
As TIC e o desenvolvimento de competências dos alunos foi a sessão que tive o prazer de moderar e em que apresentaram os seus projectos de doutoramento.
Palestra, em vídeoconferência, para os alunos do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina, sobre competências em TIC e formação de professores. A convite da Prof. Doutora Elisa Maria Quartiero. Experiência muito interessante!
Está finalmente concluído o trabalho de elaboração das Metas de Aprendizagem coordenado pelo Professor Natércio Afonso, do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Abrangendo nesta primeira fase a Educação Básica e Pré-Escolar, o trabalho ficará concluído em 2011 com a elaboração das metas para o Ensino Secundário. Como tive o privilégio de coordenar o trabalho de desenvolvimento das metas de aprendizagem na área das Tecnologias de Informação e Comunicação, convido todos os interessados à leitura atenta dessas metas em especial, e ao envio de feedback sobre as mesmas. As metas estão disponíveis a partir do site do ME e da DGIDC. Ver as Metas de Aprendizagem.
Desta feita, no Instituto Franco-Portugais, a oportunidade de partilhar reflexões sobre o valor das TIC na aprendizagem do Francês, língua estrangeira.
Para os professores de um projecto muito interessante que utiliza a língua francesa para ensinar outros conteúdos disciplinares.
Foi mesmo uma excelente ideia, a da Cristina, de se poder utilizar apenas um slide, em 7 minutos, para cada apresentação. Depois, foi o trabalho dos próprios assistentes de responderem às questões colocadas. No meu caso, “O que fazer?” e “Como fazer?”, para levar os estudantes a uma maior implicação no processo de aprendizagem (mais capacidade reflexiva e maior interação com os colegas). Aqui fica uma panorâmica da sessão e da participação de todos os presentes.
No Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, fez-se hoje história com a realização do primeiro encontro de “jovens investigadores” de todas as áreas científicas oferecidas. O mesmo é dizer, doutorandos em Ciências da Educação já com projectos de tese defendidos.
Com uma organização interessante assente na ideia de pôr os doutorandos de várias áreas a “conversarem” entre si tendo como base o comentário de investigadores seniores, este primeiro dia acabou por ser uma experiência muito rica para todos e um bom motivo para que a experiência se volte a repetir em anos futuros. Eu estive na sala 5 e comentei os projectos da Fátima, da Leonor e do Alberto.
Eis um aspecto da sessão de abertura, antes de os jovens investigadores apresentarem os seus trabalhos.
Decorreu em Caparide, nas instalações do Ministério da Educação, a segunda sessão de apresentação das Metas de Aprendizagem às Associações Profissionais e Científicas das diferentes áreas científicas. Iniciou os trabalhos a Senhora Ministra da Educação, seguindo-se a introdução do Coordenador do Projecto, Professor Natércio Afonso, e a apresentação propriamente dita das metas, por área, por cada um dos respectivos coordenadores.
Seguiu-se um momento de comentários por parte dos representantes das Associações presentes e que, na sua globalidade, me pareceram bastantes positivos e demonstrativos do reconhecimento da importância que o projecto lhes merece. A sessão foi encerrada pelo Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Professor Alexandre Ventura, que sublinhou também a importância estratégica que a explicitação das metas de aprendizagem pode assumir para a melhoria da própria escola!
Com a presença do Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação e da Senhora Directora-Geral da DGIDC, foi apresentado o estudo de Avaliação da Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis, conduzido pelo Professor Doutor José Luís Ramos, da Universidade de Évora.
Convidado a comentar o estudo, o que muito me honrou, pude enaltecer não apenas a qualidade e riqueza do trabalho efectuado, mas sobretudo a importância de se proceder à avaliação de iniciativas como esta, pelo que isso pode significar para a tomada de decisão aos diferentes níveis (Ministério, Escolas, Professores e Educadores). Convido todos, aliás, a lerem o estudo com a atenção devida.
A iniciativa fora lançada em Setembro de 2006 pela Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação e permitiu o apetrechamento das escolas do 2º e 3º Ciclos dos ensinos Básico e Secundário do território continental português, com 27.711 computadores portáteis. Os projectos das escolas desenvolveram-se ao longo de três anos, com início no ano lectivo de 2006/2007 e envolvendo 1164 das 1212 escolas do 2º e 3º ciclo dos ensinos Básico e Secundário.
No dia 9 de Junho de 2010, tive ainda oportunidade de participar numa mesa redonda na PUC-SP, no âmbito do I Colóquio Internacional Brasil-Portugal: Perspectivas de Inovação no Campos das TIC na Educação. Colóquio sobre questões relacionadas com a integração das TIC no currículo particularmente no contexto dos dois países.
Foi a oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre o trabalho de distintos colegas brasileiros, como é o caso do meu xará e principal interlocutor, Fernando José de Almeida (PUC-SP), mas também com José Armando Valente (UNICAMP e PU-SP) que até aí só conhecia da leitura dos seus inúmeros textos neste domínio. Pena o Paulo Dias não ter podido estar fisicamente presente, até porque uma das ideias deste evento é precisamente a de articular as iniciativas de ambos os países e aí os Challenges são a referência principal.
Foram debatedoras (como eu gosto deste termo!) as professoras Beth Bianconcini de Almeida e Maria da Graça Moreira da Silva, ambas da PUC-SP e responsáveis pela organização do evento.
Na minha “fala”, abordei primordialmente os aspectos quanto a mim mais salientes da problemática da integração dos computadores nas escolas, isto é, o subaproveitamento do potencial pedagógico das tecnologias de comunicação e informação, e a desadequação da formação que é proporcionada aos professores e educadores para esta nova realidade.
No final da palestra sobre Integração Curricular das TIC, a propósito da definição de Metas de Aprendizagem na área das TIC em Portugal, aproveitei para apresentar o ticEDUCA2010 (19 e 20 de Novembro em Lisboa) e convidar todos os colegas brasileiros presentes no evento.
Imagem da minha participação com a palestra que fui convidado a proferir no II Seminário Web Currículo – Integração de tecnologias na prática pedagógica e no currículo – que teve lugar nos dias 7 e 08 de Junho de 2010, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, sob responsabilidade do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo.
Uma iniciativa muito interessante do Goethe Institut, em Lisboa, onde falei sobre o potencial das TIC para a aprendizagem das Línguas Estrangeiras.
Da parte da tarde, uma Workshop sobre a produção de materiais para envolvimento dos alunos na aprendizagem da Língua Estrangeira. Para Professores, com a Joana Viana.
Uma workshop promovida pela Liliana Sousa, estudante da Licenciatura em Ciências da Educação, em contexto real, numa empresa de formação (b-training ), empresa ela própria criada por ex-alunas dessa mesma licenciatura.
Foi com muito prazer que recebi e aceitei o convite da colega Elizabeth para proferir uma palestra no II Seminário Web Currículo, que terá lugar, nos próximos dias 7 e 8 de Junho de 2010, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil. Convite para apresentar o trabalho que temos vindo a realizar na área das TIC em Portugal, nomeadamente no que se refere à elaboração das Metas de Aprendizagem em TIC no Currículo Nacional, e no seguimento do Sistema de Formação e de Cetificação de Competências em TIC que recentemente desenvolvemos por solicitação do Ministério da Educação (GEPE) no âmbito do Plano Tecnológico da Educação e
Programa de Operacionalização de Metas de Aprendizagem do Ensino Básico e Secundário Sessão de apresentação para Associações Profissionais e Sociedades Científicas
Abril 2010, Caparide
Decorreu nas instalações do ME, em Caparide, a primeira sessão de apresentação do trabalho já efectuado no âmbito do projecto “Metas de Aprendizagem”. Sobre este projecto pode ler-se o seguinte no site da DGIDC:
“No âmbito da Estratégia Global de Desenvolvimento do Currículo Nacional definida pelo Ministério da Educação (EGDCN, ME, 2009), o Programa de Operacionalização de Metas de Aprendizagem consiste na concepção de referentes de gestão curricular para cada disciplina ou área disciplinar, em cada ciclo e nível de ensino, desenvolvidos na sua sequência por anos de escolaridade, entendidos de modo tendencial e passíveis de ajustamentos no interior da gestão autónoma de cada escola /unidade orgânica. Traduzem-se na identificação dos desempenhos específicos esperados dos alunos que demonstrem a efectiva concretização das aprendizagens pretendidas em cada área ou disciplina e nos domínios transversais, preconizadas nos documentos curriculares de referência (Currículo Nacional, quando exista, Orientações Curriculares, e Programa ou Orientações Programáticas da Disciplina ou Área Disciplinar).
O trabalho a produzir neste Programa consiste na concepção de referentes para o trabalho dos professores e a informação de alunos, pais e público em geral, orientando a gestão curricular para cada disciplina ou área disciplinar, em cada ciclo de ensino.
As Metas de Aprendizagem são definidas para o final de cada ciclo do Educação noBásica (em que se inclui a Educação Pré-escolar) e do Ensino Secundário, sendo a sua progressão referenciada aos respectivos anos de escolaridade.
A produção e publicação das Metas de Aprendizagem será acompanhada pela elaboração e disponibilização de exemplos de estratégias de ensino mobilizáveis e adequadas para cada disciplina ou área, e de exemplos de instrumentos e critérios de referência coerentes com uma avaliação adequada das metas visadas.”
É com grande prazer que comunico a todos que o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa vai realizar o seu I Encontro Internacional TIC e Educação em articulação com a Revista Educação, Formação & Tecnologias e com a Unidade de Investigação em Educação e Formação da Universidade de Lisboa.
Subordinado ao tema INOVAÇÃO CURRICULAR COM TIC, o evento tem como principal finalidade proporcionar um espaço de reflexão sobre práticas de integração e inovação curricular nas escolas portuguesas e em outros contextos de formação e aprendizagem.
Se é professor ou educador e se se interessa pela utilização das TIC na escola, fica desde já convidado a participar e a submeter textos sobre as suas práticas ou projectos nesta área. Se és estudante, esta será uma oportunidade para contactares com a organização e realização de eventos científicos na área das TIC em Educação.
Uma das formas de todos se envolverem desde já (professores e estudantes), é a inscrição e participação activa nas actividades que se irão desenvolver online na rede social criada expressamente para o evento, em http://ticeduca.crowdvine.com. Inscreva-se, participe e passe a palavra!
Seria um eremita do Século XXI, claro, pois levaria a Internet atrás. Será isto o princípio do conectivismo? Uma afirmação politicamente correcta? Ou sintoma de adição?
Vamos esperar para ver…
O Ministério da Educação, em conjunto com o Observatório do Plano Tecnológico da Educação (OPTE), realiza nos dias 11 e 12 de Março de 2010, no âmbito da Futurália, o seminário internacional subordinado ao tema O Plano Tecnológico da Educação – Avanços e Propostas. O evento tem lugar no Auditório II do Centro de Reuniões da Feira Internacional de Lisboa (FIL) e tem como ponto de interesse a apresentação dos estudos empíricos entretanto realizados sobre a implantação do Plano Tecnológico da Educação. Para mais informações visitar o sítio www.pte.gov.pt/seminario2010
O Núcleo de Estudantes de Educação da Universidade do Minho (NEDUM) organiza o III ENECE (Encontro Nacional de Estudantes de Ciências da Educação, Educação e Ciências da Educação e da Formação) e teve a gentileza de me convidar para participar numa mesa redonda para falar sobre as implicações do Plano Tecnológico da Educação no nosso país. Aqui fica a base da minha “fala” como diriam os colegas brasileiros.
Mais uma singela homenagem ao Professor Mialaret, grande amigo de Portugal e grande referência das Ciências da Educação. Lisboa, XVIII Colóquio Nacional da AFIRSE. Fevereiro de 2010. Ver vídeo no YouTube.
Foi com enorme satisfação que pude apresentar o livro sobre os trabalhos da conferência Creative Learning Markeplace. Não sendo propriamente as actas do evento que teve lugar em Outubro em Lisboa, acaba por ser o espelho do que aí se passou de mais significativo sobre as questões da aprendizagem e da aprendizagem criativa.
O Portal Aprender Com Tecnologias completou o seu 7ºaniversário no passado dia 4 de Dezembro de 2009.
Continua a ser uma referência de grande utilidade para a comunidade de Professores e Educadores que se interessam pelo uso das Tecnologias em Educação, contando já com mais de 5600 membros registados.
Para todos os interessados na problemática de ensinar e aprender na Sociedade dos nossos dias e para assinalar a data, aqui fica a Newsletter com algumas propostas de actividades e produções recentes.
Finalmente acessível (mas não publicado ainda) o Volume 2 do Estudo sobre Competências TIC desenvolvido no âmbito do Eixo “Formação” do Plano Tecnológico da Educação: Referencial de Competências TIC para Professores e Educadoresem Portugal
Costa, F. [Coord.] (2009). Competências TIC. Estudo de Implementação. (Vol.II). Lisboa: GEPE/ME.
Aqui fica a apresentação que serviu de base à sessão de encerramento das Jornadas sobre Portafólios electrónicos que teve lugar na Faculdad de Educación da Universidade de Santiago de Compostela.
Apesar dos atributos reconhecidos aos portefólios para fins educativos, a sua utilização efectiva parece estar ainda muito longe de se generalizar e de fazer parte do quotidiano de professores e alunos, independentemente do nível de ensino que consideremos.
Por que razão os portefólios não são ainda uma prática regular nas nossas escolas, e que dificuldades são identificadas por aqueles que já ensaiaram e reflectiram sobre essa problemática, são algumas questões que colocámos a propósito da participação neste encontro e que servem de linha de orientação para a apresentação e discussão aqui proposta.
Pareceu-nos, em síntese, que poderia ser importante sistematizar alguma informação, com base na literatura recente sobre a utilização de portefólios com fins educativos, que pudesse ajudar a compreender o que dificulta a adopção deste meio, nomeadamente como estratégia de suporte à aprendizagem, no caso dos estudantes, de desenvolvimento profissional, no caso dos professores, ou mesmo de desenvolvimento da instituição escolar enquanto organização.
Creative Learning – Innovation Marketplace foi mais um evento organizado em Portugal na sequência de outros eventos internacionais de grande sucesso, como foi o caso do eLearning 2007. Este ano, inserido no âmbito da dinamização do Ano Europeu da Criatividade e Inovação, a iniciativa assentou “na convicção de que se deve contribuir para a passagem a um estádio superior de competências e desenvolvimento das empresas e das pessoas”.
Eis a apresentação da síntese final da conferência que tive o privilégio de fazer com base no trabalho dos relatores das diferentes sessões de trabalho. Pode ainda ver a gravação da sessão.
Afinal a conferência que o Prof. José Luis Rodríguez Illera veio fazer no âmbito do mestrado em tecnologias educativas na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UL foi mesmo o aperitivo para um outro evento realizado no nosso país, em Óbidos, mas com participante de muitos outros lugares onde o tema está na mó de cima.