Arquivo da categoria: Escola

Susana Capitão

(2015) Provas de Susana Maria Capitão da Silva Alves. Participação parental – papel da web social numa comunidade educativa com surdos. Universidade de Aveiro. Aveiro. Doutoramento em Multimédia e Educação, orientado por Margarida Almeida (Departamento de Comunicação e Arte) e por Rui Marques Vieira (Departamento de Educação). 

 

escola digital ainda

COSTA, Fernando; CRUZ, Elisabete; VIANA, Joana; BRITO, Rita & RODRIGUEZ, Carla (2015). Conceções e Expectativas de Professores eEducadores de Infância a Propósito do Conceito de Escola Digital. In M.J.Gomes, A. Osório & J. Valente (Eds.), Actas da IX Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2015. Meio Século de TIC na Educação. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho. 1211-1225.

challenges

TACCLEvfinal

COSTA, Fernando;  CRUZ, Elisabete & RODRIGUEZ, Carla (2015). TACCLE2 – Propostas de Atividades Didáticas Com Tecnologias Digitais. In M.J.Gomes, A. Osório & J. Valente (Eds.), Actas da IX Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2015. Meio Século de TIC na Educação. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho. 1062-1067.

Na Eça de Queirós, Olivais

tea

3as com TEA é uma iniciativa do projeto TEA: Tablets no Ensino e Aprendizagem, “um ciclo de sessões informais, que versam matérias ligadas à utilização educativa das tecnologias digitais, em geral, e das tecnologias móveis, em particular”. Lá estarei, para mais uma conversa informal com professores e educadores no próximo dia 21 de abril, no Auditório 2 da Escola Secundária Eça de Queirós, das 17h30 às 19h00.

Em Tomar

Comunicação: O Currículo e o Desafio das Tecnologias Digitais

Nunca como hoje foi tão pertinente colocar no centro da discussão a relação entre Currículo e Tecnologias. Ou seja, a relação entre a necessidade sentida de novos e mais estimulantes ambientes de aprendizagem e o potencial das tecnologias digitais para fazer e aprender de modo diferente, nomeadamente ao nível da comunicação e expressão de ideias, mas também em termos de acesso à informação e ao conhecimento. O que significa essa relação para a comunidade educativa em geral e, em particular, para quem tem a responsabilidade de decidir o que em cada momento é feito em contexto de aula, é o que no âmbito desta sessão se propõe para reflexão.

Se, do ponto de vista curricular, não mais faz sentido a adopção de modelos de organização e de construção do currículo centrados nos conteúdos e na sua transmissão pelo professor, pelo manual escolar ou mesmo por recursos tecnologicamente mais evoluídos, o desafio será precisamente o de conseguir tirar partido do potencial das novas tecnologias para criar oportunidades de aprendizagem mais sugestivas, desafiadoras e consonantes com paradigmas em que se privilegia a acção de cada um, a interacção com o outro, a criação colaborativa, mas também o acesso direto às fontes, a materiais autênticos, a especialistas, enfim, ao conhecimento na sua forma mais genuína.

  • Que mudanças do ponto de vista metodológico terão de verificar-se nos processos de ensinar e de aprender?
  • Que competências deverão ter professores e educadores para o poderem fazer com sucesso?
  • Que recursos tecnológicos é necessário desenvolver para sustentar e permitir a adopção daqules novos paradigmas?

Eis algumas das questões que podem colocar-se como estímulo à reflexão e à discussão no âmbito deste painel. 

Questões e desafios

Um final de tarde bem passado, com a companhia da Prof. Teresa Leite, da ESE de Lisboa, falando de Currículo e Diferença. Neste encontro, aproveitei para dar início à disseminação dos livros com atividades produzidos no Projeto TACCLE2, tendo oferecido uma coleção aos responsáveis de cada um dos agrupamentos presentes (D. Sancho I e Marcelino Mesquita) para as respetivas bibliotecas escolares.

aprender a programar

HoraDoCódigo14 - PosterPA Hora do Código é uma hora de introdução à Ciência da Computação, com o propósito de desmistificar a programação e mostrar que qualquer um é capaz de aprender as bases. A iniciativa pretende sublinhar que todos nós deveríamos ter a oportunidade de aprender Ciências da Computação na Escola, pois promove o desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas, a lógica e a criatividade. Trata-se de um movimento global, que envolve dezenas de milhões de pessoas em mais de 180 países (hourofcode.com). A Hora do Código é organizada pela Code.org, uma entidade sem fins lucrativos dedicada à expansão e disseminação das ciências da computação, com a colaboração de parceiros internacionais como é o caso da Apple, Microsoft, Amazon, entre outros.

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