Archive for Fevereiro, 2009

Leituras, Revistas

Teaching Tools (1955) – uma preciosidade!

Uma preciosidade para quem se interessa pelas questões das tecnologias em educação! Como eram as coisas há 50 anos atrás? O que dizia a investigação? Quais as preocupações principais dos professores? Que máquinas eram usadas? O que faziam os alunos?As respostas a estas e outras perguntas num exemplar de uma revista da especialidade dessa altura. Que riqueza!!!

Revista de 1955

Leituras, Materiais, Portefólios, Recursos

Tecnologias que podem ajudar a pensar

Tecnologias que podem ajudar a pensar

Visite o Tecnologias Que Ajudam a Pensar, site especialmente dedicado à análise do potencial pedagógico nas novas ferramentas, para os objectivos de elaboração e desenvolvimento de portefólios. Disponível uma metodologia de análise proposta, bem como os respectivos instrumentos.

Encontros, Escola, Materiais, Projectos

As questões da Escola-Família 20 anos depois…

um aspecto geral da sala

Escola-Família-Tecnologias, eis a base do projecto do João para envolver os pais na educação dos seus filhos. Salesianos, 2009! A fazer-me recordar e revisitar as andanças pelo Luxemburgo há cerca de 20 anos atrás. Dessa feita para ajudar a promover o sucesso das crianças portuguesas emigrantes em escola inóspita. Escola que os segregava positivamente, remetendo-os para classes especiais quando a aprendizagem não correspondia aos padrões dos colegas luxemburgueses. Escola que os considerava menos inteligentes porque não aprendiam matemática… Pois, se era ensinada em Alemão! Quase propositadamente, diria eu, para que as coisas socialmente ficassem no seu devido lugar!

Grave é que, tanto quanto sei, vinte anos volvidos, a situação não é muito diferente! Malgré tout!

Projectos

O projecto do João!

Pessoal

ah como eu gosto de morangos…

morangos

C.Virtuais, Empresas, Investigação, Projectos

Serious games

A Sílvia vai fazer estágio na PIXELearning, uma empresa na área dos “serious games” no Reino Unido. A oportunidade para aprendermos mais sobre um assunto com enorme potencial para a aprendizagem!

Encontros, eLearning

As actas da eLearning Lisboa07

elearning2007

Aí estão as actas da Conferência de Lisboa sobre e-Learning realizada por ocasião da Presidência Portuguesa da União Europeia em 2007. E aqui meu report da sessão de encerramento:

Costa, F.  (2008). Beyond Lisbon: Session report. In eLearning Lisbon 07 Conference Proceedings. Lisboa: Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação. 40-43.

Encontros, Escola, Estudos, Investigação, Leituras

Para os Challenges 2009

Challenges

Dez anos depois do primeiro Challenges, decorrerá este ano mais um evento organizado pelo Centro de Competência da Universidade do Minho. Tendo sido uma vez mais convidado a participar, desta feita na organização do painel em tornos das questões da relação ente Digital e Currículo, eis o mote para quem quiser aparecer e apresentar uma comunicação nessa área específica:

Introdução ao Painel Digital e Currículo

Nunca como no início do Século XXI foi tão pertinente colocar no centro da discussão a relação entre Digital e Currículo. O mesmo é dizer, a relação entre a tecnologia digital como linguagem de comunicação e expressão de ideias, com elevado potencial para fazer e aprender de modo diferente, e a necessidade sentida de novos ambientes de aprendizagem, estimulantes, que permitam, sustentem e aumentem a capacidade de criação de conhecimento por cada indivíduo.
O que significa essa relação para a comunidade educativa em geral e, em particular, para quem tem a responsabilidade de determinar e pôr em marcha as mudanças necessárias, é o que no âmbito deste painel se propõe para reflexão.
Se, do ponto de vista curricular, não mais faz sentido a adopção de modelos de organização e de construção do currículo centrados nos conteúdos e na sua transmissão pelo professor, pelo manual escolar ou mesmo por recursos tecnologicamente mais evoluídos, o desafio será precisamente o de conseguir tirar partido do potencial das novas tecnologias para criar oportunidades de aprendizagem mais sugestivas, desafiadoras e consonantes com paradigmas em que se privilegia a acção de cada um, a interacção com o outro, a criação colaborativa, mas também o acesso às fontes, a materiais autênticos, a especialistas, enfim, ao conhecimento na sua forma mais genuína.

  • O que significará isso em concreto, numa altura em que é tão saliente a força das imagens e em que a própria caducidade do conhecimento é cada vez mais uma realidade?
  • Que mudanças do ponto de vista metodológico terão de verificar-se nos processos de ensinar e de aprender?
  • Que tipo de recursos tecnológicos é necessário desenvolver para sustentar e permitir a adopção de tais paradigmas?
  • Que competências deverão ter professores e educadores para o poderem fazer com sucesso?

Eis algumas das questões que aqui deixo como estímulo à reflexão e à discussão no seio do painel que tenho o prazer e o privilégio de organizar.

Fernando Albuquerque Costa
Universidade de Lisboa